3 Formas que a fintech vai resolver o problema do crescimento do PIB e porque bancos centrais deve acelerar a implementação de seus projetos

Desde a crise de 2008 bancos centrais de países desenvolvidos injetaram mais de 7 trilhões de dólares na economia global. Isso fez cair as taxas de juros para níveis absurdamente próximos de 0% ( e muitas vezes abaixo de 0% (em inglês)). Esta ação por sí injetou mais 10 trilhões de dólares na economia. A verdade é que se descontarmos a inflação (em inglês), é teoricamente possível receber para pegar um empréstimo.

Estagnação no crescimento geral e no mercado imobiliário

E o resultado de todos estes esforços? Crescimento estagnado, moradias a preços estratosféricos, e trabalhadores sem receber juros nos seus investimentos.

Ou seja, injetamos muito dinheiro no mercado e não temos nenhum resultado! A razão para isso é simples: Todo o dinheiro investido vai para os grandes bancos e empresas. Grandes bancos realizam empréstimos para empresas que não estão realmente crescendo ou emprestam para grandes investidores do mercado imobiliário o que aumenta desproporcionalmente os valores da casa própria. Mas se você é um empreendedor ou dono de um pequeno negócio é extremamente difícil pegar um empréstimo comum e se conseguir as taxas de juros serão altíssimas. Não acha que é um tanto estranho o fato que na Europa/EUA é possível pegar 300,000 emprestado para comprar uma casa e pagar 500 por mês de prestação? Mas o mesmo não é verdade para um simples empréstimo empresarial.

Tenho certeza que em algum momento o efeito gotejamento acontecerá. Estamos todos esperando.

Isso é muito frustrante. Pequenos empresários criam mais empregos que os grandes na economia atual e estes são exatamente aqueles que precisamos ajudar a crescer. Infelizmente o sistema atual apenas promove inflação imobiliária e grandes empresas.

Startups de tecnologia financeira (fintechs) tem em grande parte focado suas forças na pequena e média empresa com ênfase na redução de custos de transação, facilitação de processos de coleta de fundos e a automação de processos de uma forma geral. Bancos até então fazem dinheiro de três formas: com altíssimas taxas de serviços, empréstimos para compra de imóveis e grandes negócios com grandes empresas. O ataque pelas novas empresas de tecnologia financeira as altas e lucrativas taxas que bancos cobram vai redirecionar o mercado bancário tradicional à oferecer melhores condições de empréstimo para PMEs de uma forma inédita. Alguns destes trilhões de dólares sendo impressos finalmente chegarão aos bolsos e contas bancárias dos pequenos empresários.

O que irá acontecer?

  1. Bancos começarão a emprestar dinheiro para quem realmente precisa!

    Bancos fazem dinheiro facilmente cobrando taxas de serviço altas. Não quero dar nomes ao bois mas faça o download de um balanço anual de qualquer banco e veja as rendas provenientes de taxas bancárias. Agora as coisas estão mudando com empresas de fintech drasticamente reduzindo estes custos seja oferecendo contas gratuitas, processamento grátis ou conversão de moedas de baixo custo. Para os bancos tradicionais competirem neste novo mundo estes terão que criar novos canais de rendimentos inovadores e também teráo que começar a assumir mais riscos. Bancos serão obrigados a oferecer produtos para pequenas e médias empresas já que as estratégias tradicionais não farão mais sentido comercial. Uma estratégia óbvia é oferecer mais oportunidades de empréstimos para estes clientes menores. Isso significa mais riscos para os bancos mas o resultado é uma economia mais robusta com bancos substituindo seus lucros feitos com taxas altas de serviços por lucros gerados pela oferta de serviços que realmente contribuem para a economia e ajudam seus clientes de verdade.

    Já temos pessoas o suficiente comprando casas e seus preços já estão altos demais. Vamos começar a investir em negócios e empreendedores!

  2. Transição dos empréstimos P2P para empréstimos (de maior risco relativo) para PMEs

    Empréstimos entre pessoas físicas (P2P) são interessante mas o seu impacto é limitado e eu nunca acreditei no seu modelo porque se uma pessoa tem a oportunidade é quase sempre mais vantajoso realizar um empréstimo direto com um banco. Como é possível criar uma mudança radical numa indústria se o seu preço é maior que o de seus concorrentes. É interessante e ajuda muitas pessoas que não conseguem abrir linhas de crédito tradicionais mas está longe de ser um modelo que rompe barreiras comerciais e tenha impacto amplo.

    Estre novo mercado na realidade é uma cooperação entre bancos tradicionais e empresas novas. Bancos preferem realizar empréstimos grandes então eles realizam empréstimos de baixo custo porém em grandes quantidades para empresas Fintech. Assim, estas criam plataformas automatizadas de baixo custo com ferramentas de controle de risco mais inteligentes para que estas possam realizar os empréstimos até então considerados de maior risco. Está é a forma perfeita de combinar antigas grandes empresas com novas tecnologias de uma forma relativamente fácil e é uma excelente forma de ajudar empresas menores que realmente precisam de dinheiro.

    Os bancos não tem os recursos técnicos para emprestar para PMEs e as fintechs não tem recursos financeiros para realizar os empréstimos. Esta união fara o Banco Central Europeu e bancos centrais mundo agora muito orgulhosos e esperamos que isso gere crescimento!

  3. Muita coisa interessamente acontecendo no mercado de adiantamentos de faturas

    Receber de seus clientes é um dos maiores desafios que as PMEs enfrentam. A não ser que venda direto para clientes (ecommerce, restaurante, etc) leva-se entre 30 a 180 dias para quitar uma fatura.

    Deficiências no fluxo de caixa é um dos maiores gargalos que empresas enfrentam. 4/5 de todos negócios fecham suas portas não porque o plano de negócios é ruim mas porque o dinheiro acabou antes que a execução do mesmo fosse plena.

    O que precisamos é que estes pequenos empresários tenham dinheiro em caixa enquanto esperam para receber. Isso tem impacto direto na criação de empregos e no crescimento de uma economia.

Crédito B2B

Uma nova leva de empreendedores fintech como a Tallystick.io e a tradeshift.com estão ajudando a resolver este problema. Este é um novo espaço onde empresas fintech produzem a tecnologia e os bancos injetam seu capital e os bancos centrais importantes celebram pois mais dinheiro vai para a criação de empregos em vez de ficar preso em propriedades imobiliárias ou com bancos.

A Fintech como ferramenta de criação de empregos

A fintech pode ser o ingrediente que falta para que bancos centrais implementem sua visão plena de injeção de capital no mercado que realmente surte efeito na criação de empregos e crescimento e não apenas inflação e alguns novos bilionários.

Neil Ambikar, CEO e Co-Fundador da B2B Pay

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